Nem pela fé, nem pela razão, mas pelo corpo

O cristianismo não pode ser reduzido à fé ou à razão. Ele não é meramente ser tomado pelo incondicional ou o consentimento com certas ideias.

O que Jesus ensinava não era um misticismo nem um conjunto de doutrinas. Era um convite a ver o mundo de forma totalmente diferente, a partir da graça divina. Jesus revelava às pessoas um novo modo de vida, um novo jeito de se relacionar com os outros, com o mundo e com o divino.

Jesus exigia de seus seguidores não que subscrevessem a ideias ou à práticas místicas, mas que doassem suas próprias vidas pelos outros. Não é a toa que, para Jesus, acolher as pessoas odiadas pela sociedade era uma forma de oração.

Seguir a Jesus significa viver um amor radical, encarnar seu modo de vida, que acolhe e cria espaço para todas as pessoas. Torna-se cristão, portanto, não pela fé ou pela razão, mas pelo corpo.

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